“Um dia, o pacífico Reino dos Cogumelos foi invadido pelos Koopas, uma tribo de tartarugas famosas pelo uso de magia negra. Os pacíficos e calmos habitantes do reino foram transformados em pedra, barro e mesmo em flores pelo caminho. Assim, o Reino entrou em ruína. A única pessoa que pelo menos tenta enfrentá-los é Princesa Peach, filha do rei do local. Mas infelizmente, ela está sendo mantida em cativeiro pelo rei dos koopas: Bowser que quer se casar com ela para poder virar Rei do seu reino.Sabendo disso, Um encanador chamado Mario decide que irá salvar a princesa e assim libertar todos os habitantes do reino…”
- Manual de Instruções de Super Mario Bros.
Nem sempre jogos tiveram história, ou, um enredo. A maioria dos primeiros jogos eletrônicos tinha como único foco a obtenção de pontos e não importava a história. Pac-man possui inspirações de origem cultural nipônica, mas nada disso é mencionado no jogo ou em manuais. Na era 8bits, ou seja, nos anos 80 e início dos 90 a história dos jogos ainda não era lá muito importante. Excetuando obras de arte como Zelda, a maioria dos jogos vinha com um ou dois parágrafos disponíveis apenas no manual de instruções, como é o caso da história de Super Mario Bros (no início do texto), e outros famosos, como DooM, Sonic e por aí vai.
Antigamente, história era só uma desculpinha pra justificar o jogo (ou não), porém, hoje em dia, o enredo pode fazer toda a diferença no mesmo. Mas, na era 8bits havia uma coisa em comum: o fator “bizarro”.
Shigeru Myiamoto deve ter usado LSD pra criar o mundo dos cogumelos: blocos flutuantes, canos teletransportadores, seres bizarros. Qual é a proposta de Sonic? Um cientista louco (Robotinic) quer destruir a floresta e transformar todos os animais em robôs (pra que?). Mas porque um porco-espinho é dotado de super-velocidade? E Alex Kid?
Doble Dragon também possui história, mas grande parte dela é contada através do manual de instruções.
Nessa época, como dito antes, o que definia um jogo era sua mecânica ou jogabilidade em si. Não importava o “porque” de você estava pisoteando um goomba, mas sim o fato de pisoteá-lo em si.
Acredita-se que hoje grande parte dos jogos que tenham grande foco na história tenham inspirações dos RPGs (Rolling Playing Games), que realmente criam “histórias interativas” não apenas quebra cabeças ou um teste de “habilidade para os dedos”.
Não ter história não torna um jogo ruim. São focos diferentes, Mario Bros é classificado como um jogo de Ação/Puzzle (quebra-cabeças), então, subentende-se que a história fique mesmo em segundo plano. O mesmo ocorre com Sonic e os demais.
Pra finalizar esse artigo, fica um desafio para os leitores desse blog: quem descobrir a história de Alex Kid envie um e-mail para kb@kblog.kbgames.com.br .
Tiago Cabral – “Tentar achar lógica num jogo 8bits é tão inútil quanto tentar entender uma mulher”
O jogo ainda não foi lançado e ainda não tem previsão para ser lançado, o jogo se encontra em modo de teste para algumas pessoas que são escolhidas pelos próprios criadores do jogo. Para isso basta se registrar e contar com a sorte para receber a “beta key” que irá permitir que você teste o jogo com outros jogadores pelo mundo, resumindo, apenas algumas pessoas recebem essa key para poder jogar.
The Soldier que é um personagem balanceado que foca suas habilidades em liderança e cura














