Tiago Cabral, Gerente de projetos – “Já tenho uma idéia pra atualizar o blog!”
Aleluia!
Depois de muitos problemas consegui editar e reparar (na medida do possível) o áudio do nosso tão amado Mordor’s Cast!
Tal sacrifício foi feito porque o conteúdo está muito útil pra quem tem interesse na história dos jogos e tambémpra quem quer saber mais sobre área de desenvolvimento de games no Brasil.
Gravado no dia 24, Domingo, esse Podcast foi ao-vivo durante uma mesa redonda realizada pela KB, direto do SESC de Barra Mansa onde haviam vários, Nerds, Geeks e Otakus. Havia também uma exposição de videogames antigos.
Esse é o maior PodCast já feito por nós: 1h e 6min!
Mais informações:
CONCURSO SEU GAME KB! Produzimos o seu jogo!
O que é Osciloscópio.
ABRAGAMES (Associação Brasileira de Desenvolvedoras de Jogos)
Ouça agora (ou clique com o Botão direito do Mouse e escolha a opção “salvar” para fazer o download):
Mordor’s Cast #3 – História dos Games
Tiago Cabral, Gerente de projetos – “Nem só de pão vive o homem, mas o pão quem paga é o investidor ou patrocinador”
Pedimos desculpas a todos que estão esperando o Mordor’s cast #3 sobre a história dos games. Ele foi gravado ao-vivo dia 24, no SESC de Barra Mansa (RJ), mas está com uma estática insuportável que estamos tentando corrigir. Para completar, depois de metade do trabalho pronto, houve uma falha no arquivo de edição, e perdemos tudo que já havia sido feito. Iremos reiniciar a edição assim que possível e disponibilizar pra vocês o Mordor’s Cast o mais rápido que pudermos.
Valeu!
Obs:. Assine o RSS do Blog, e/ou acompanhe o Twitter da KBgames pra saber quando vai ser lançado o Mordor’s Cast.
Tiago Cabral, Gerente de projetos – “Falhas épicas: se não fossem desastrosas, não seriam épicas!”
“Você acaba de ser mordido”.
Depois de ter clicado naquele link que seu amigo lhe mandou, com uma frase chamativa você é convidado a se cadastrar num jogo de turnos que entra numa das classes dos games que estão se tornando bem populares hoje em dia: os Browsergames.
A característica principal desse tipo de game é que ele pode ser jogado direto do seu navegador de internet (Browser) sem que seja necessário a instalação ou mesmo o download de qualquer arquivo. Geralmente são jogos de turnos, ou seja, faça sua ação e aguarde umas horas até que possa jogar de novo.
No entanto, muita gente pensa que só esses jogos de turno como Monsters Game são browsergames. O Browsergame é também pode ser pra promover uma marca ou produto, exatamente, pode ser usado pra se fazer o bom e velho “merchan”.
Segundo a ABRAGAMES (Associação Brasileira de Desenvolvedoras de Jogos) os jogos publicitário fazem parte de um nicho que cresce no país. Aliás, há jogos brasileiros fazendo propagandas para empresas grandes, como a Pepsi, inclusive pra outras plataformas como o PSP, por exemplo. Saiba mais aqui .
Porém, como dito antes, o grande diferencial dos browsergames são sua pouca complexidade e uma fácil captação de jogadores. Quando se trata de um browsergame de publicidade, quanto mais simples melhor. Deve recompensar o jogador por manter-se no site do cliente e explora-lo, deve ser visual, de mecânica simples e atrativa. Há anúncios (banners) hoje em dia que são “microgames”, em que você aposta corrida, levanta pesos ou mesmo comete o pecado de atirar em iPhones. Mas que obedecem a esses quesitos citados acima: visual simples, mecânica simples, e atratividade.
Mas vamos falar do que é mais divertido: jogos de entretenimento. Quem nunca ouviu falar de “The Crims”, “Travian”, “Monsters Game” e outros semelhantes? Esses jogos apresentam um sistema simples de “recompensa” ao jogador que visita seus sites, a medida que você visita o site, vai ganhando novos atributos, se tornando mais poderoso e podendo fazer uma quantidade maior e mais variada de ações. Aliás, esse verdadeiro “condicionamento” ocorre em qualquer jogo que tem por inspiração os jogos de RPG, porém, diferente da maioria dos jogos de entretenimento no qual isso é apenas “mais um atrativo” pra diversão, os browsergames querem que o jogador volte, estabelecendo assim uma rotina de visitas, como num blog, ou num site de notícias qualquer.
Da mesma forma que sites de notícias e blogs, esses jogos (quando não são pagos), ganham dinheiro com publicidade. Financeiramente falando, o desenvolvimento desse tipo de jogos é bem viável pra quem está começando. Não exige programação extremamente complexa, não necessita de criação de um programa “servidor” ou mesmo gastos extremos com manutenção.
A KBgames já fez um browsergame, é “O Mistério do vale” que pode ser encontrado em http://www.kbgames.com.br/misteriodovale
Divirtam-se!
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Enviado por “Léozinho”.
Tiago Cabral, Gerente de projetos – “Mande o MegaMan dos Brothers Nerds para 5 Brothers Nerds, ou você não é um Brother”
Esse é iPhone rodando a versão portátil do World Of Warcraft.
Foi-se o tempo em que no mundo dos games “portátil” era sinônimo de trambolhos caros que serviam únicamente como objeto de adoração de nerds e/ou gamemaníacos com dinheiro sobrando. Com o passar do tempo, consoles como o Game Boy foram diminuindo de tamanho até chegarmos nessa engraçada era em que qualquer um tem um “computador” no bolso, ou seja, um celular, pager, smart phone ou coisa do tipo, que, como todos sabem (e podem ver no vídeo) também pode ser considerad um videogame portátil.
A grande vantagem do mercado portátil é que as empresas de jogos dessa área não estão desafiando gigantes como Nintendo, Sony e Microsoft, e também não necessitam gastar milhões pra fazer um jogo. Basta ter paciência, criatividade e determinação e pode-se fazer um jogo para celular que pode ser a “nova onda do momento”.
No caso do próprio iPhone, a Apple disponibiliza o complexo software de desenvolvimento que é grátis, ou seja, qualquer um (que tenha um Mac) pode desenvolver para iPhone sem qualquer custo adicional. Já há empresas ganhando milhares de dólares vendendo seus jogos e outros softwares na AppleStore (a loja virtual da Apple).
Para aqueles que não levam muita fé no telefone “sem botões” da Apple, ou não têm um Mac só há o resto inteiro dos outros telefones. Já há Smartphones que rodam Windows (como se isso fosse alguma vantagem para eles), e são compatíveis com alguns aplicativos Win32 . Mas, o relevante é dizer que, hoje em dia, é raro encontrar um celular que não possua suporte a miniaplicativos JAVA. Sim, falamos da linguagem de programação livre mais famosa que existe.
Então, não há desculpas. O mercado portátil está aí! Vamos desenvolver!
Mudando de assunto…
No último post falamos sobre histórias de jogos bizarras. Luciano (Tio Luke), de Barra Mansa (RJ) nos enviou um e-mail revelando a história de Alex Kid! Segundo ele, o “garoto da mão grande” precisa salvar uma princesa de criaturas estranhas que querem o mundo. Valeu Luciano!
Tiago Cabral, Gerente de projetos – “World of Warcraft não é mais uma desculpa os Nerds ficarem em casa”